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quinta-feira, 6 de maio de 2010
Passamos
Ainda não me recuperei 100% da guerra de ontem. Estou com a voz rouca - de manhã estava sem nenhuma. Meu corpo ainda dói como se eu tivesse feito um chão ontem com o Rodrigo Minotauro. Que sufoco. Que classificação mais filha-da-puta de sofrida. Nos dois a zero desliguei a tevê. Isso para não jogá-la pela janela. Eu estava tão nervoso que chega tremia. Não aguentei e religuei a tevê para ver o segundo tempo. E veio o gol do Love. Lembrei de minha previsão de ontem no Twitter, mas isso não serviu para me acalmar. A via crucis seguiu até o final, culminando com aquela falta torturante, aos 46', milagrosamente espalmada pelo Bruno. Depois dessa, Libertadores, eu acredito.
quarta-feira, 5 de maio de 2010
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Tudo é possível
Depois de sermos beneficiados pelo milagre da multiplicação dos resultados favoráveis na quinta passada que nos permitiu um sofrida passagem de fase na Liberta, da limpa geral promovida por Presidente Patrícia no departamento de futebol, de um conturbado finde à espera de um treinador que não veio, e da efêmera efetivação de Rogério como treineiro, teremos pela frente um embate de sangue com nosso coirmão mais fedido Curíntia, na quarta, no velho, bom e quase finado Maraca. Neste clima de caldeirão em fúria, o mais normal seria esperar uma derrota, talvez até acachapante. Mas é nessa hora que a mística da camisa se faz presente e mostra sua cara mais impressionante. A massa rubronegra, contrariando todas as expectativas e o histórico recente de ausências ao estádio, compareceu de forma assustadora nas bilheterias e praticamente garantiu casa lotada para a batalha. Renovei minhas esperanças depois de mais esta demonstração de paixão e fé. Não é à toa que torcedores ilustres de outras agremiações escrevem coisas tão belas sobre a gente como essas aí no documento reproduzido abaixo:
Pra cima deles, Mengão.
Pra cima deles, Mengão.
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