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segunda-feira, 31 de maio de 2010

Uma fábula religiosa

GLORINHA, A SUICIDA.

Um dia Glorinha descobriu que o seu pai era gay.
Descontente da vida, incapaz de aceitar a situação, resolveu se matar.
Mas não podia se matar como qualquer outra criatura: afinal, ela, Glória, era milionária; e ficar se atirando de qualquer viaduto ou ponte, cortando os pulsos ou tomando formicida era coisa de suicida pobre...
Ela queria se matar com classe, de forma diferente, em grande estilo.
Mandou aprontar o jatinho da família e só com o aviador se mandou para o céu. Pretendia se atirar lá de cima.
Durante o vôo, enquanto se preparava para o salto fatal, ela foi indagada pelo aviador a respeito do gesto extremo que ia executar e, chorando, contou a ele o que ocorria:

- Papai é viado. Não consigo conviver com essa vergonha e vou me matar.

Vislumbrando uma possibilidade, já que ele sempre havia cobiçado aquela mulher, o aviador sugeriu que dessem uma antes de ela se matar. Glória concordou, afinal, para quem ia morrer,não custava nada quebrar o galho do aviador que se declarara tão apaixonado por ela..

E assim foi.
Piloto automático no avião e...
tome-lhe e tome-lhe...

Glória gostou tanto que desistiu de se matar.

Qual é a moral da história?

GLÓRIA DEU NAS ALTURAS
E O PAI, NA TERRA, AOS HOMENS DE BOA VONTADE

Aleluia!!!

(recebido por e-mail)

terça-feira, 9 de junho de 2009

Convicções questionadas

Não acredito mais em casamento. Já cumpri minha cota, por muitos e muitos anos, esse tipo de instituição não serve mais pra mim. Também virei ateu, deixei de acreditar em qualquer forma de religião ou coisas sagradas. Sinto-me muito seguro destas duas escolhas que fiz na vida.

Aí, me deparo com uma notícia dessas:

O ganhador da Mega-Sena que retirou nesta terça-feira (9) o prêmio de R$ 5 milhões poucas horas antes do prazo final tinha esquecido de conferir o resultado, de acordo com informações fornecidas pela Caixa Econômica Federal para a TV Vanguarda. Segundo a Caixa, ele jogava o mesmo número há vinte anos e acabou não conferindo o resultado.

A reportagem da TV Vanguarda apurou que na segunda-feira (8), ao assistir o Vanguarda TV 2ª Edição, a esposa do sortudo sugeriu para que ele fosse conferir o bilhete e os números bateram. A mulher guardava os bilhetes do marido embaixo de uma imagem de uma santa.


A criatura guardou um bilhete de loteria por três meses embaixo de uma santa. Ou estava à espera de um milagre ou é uma péssima dona-de-casa. A contar pelo final feliz da história, acho que já sabemos a resposta.

Quanto a mim, não vou casar de novo nem virar crente de uma hora pra outra. Mas nunca mais deixo de conferir um bilhete de loteria.