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segunda-feira, 11 de outubro de 2010

10 perguntas para Dilma

Fiquei muito irritado com o último debate presidencial na Band. Achei Serra passivo, ingênuo, muito preocupado em parecer equilibrado e ético, mas muito pouco contundente, e de uma benevolência quase servil com as grandes e evidentes fragilidades de sua oponente. Por algumas vezes, ao longo do debate, pensei que se eu, com quase nenhum preparo além das informações que recebo ou coleto na Imprensa, se estivesse lá, teria levado Dilma ao completo descontrole de tanto bater na criatura, e com propriedade, verdade e coerência, sem precisar inventar ou distorcer nada, tal a quantidades de chances que ela deu para ser exposta e desmascarada.

Resolvi listar e sugerir ao Serra dez perguntas para ele fazer à Dilma no próximo debate. Queria ver como ela ia se sair:

1) O que esconde seu processo tão cuidadosamente guardado nos cofres do STM? Vc não acha que o povo deveria e merece saber da vida pregressa da pessoa que se propõe a comandar o país?

2) Existe uma ficha criminal sua, da época do DOPS/DOI-CODI, sendo amplamente divulgada na internet há algum tempo, onde lhe atribuem participações em crimes graves, como assaltos, sequestros, e até envolvimento com assassinatos, na época da Colina e da VAR-Palmares. São verdadeiras estas acusações? Vc realmente cometeu todos estes crimes?

3) Voce vive falando da Era FHC como razão de todos os males. Das privatizações, da tal "herança maldita", da injustiça social, da submissão ao FMI e ao capital estrangeiro, blá, blá, bla... Mas Lula, quando chegou ao poder, não mudou uma vírgula da política econômica de FHC; se apropriou de dois programas sociais, o Bolsa Alimentação e o Bolsa Escola, mudou de nome, rebatizou-o de Bolsa Família, e este é justamente o maior trunfo eleitoral de seu governo; não moveu uma palha para retroceder em nenhuma privatização realizada, pelo contrário, realizou mais algumas. E, em compensação ao fato de "não ser mais submisso" ao FMI, perdoou/anistiou bilhões de dívidas que vários países tinham conosco, inclusive de ditaduras sanguinárias. Quem teve mais descaso com o patrimônio nacional, FHC e seu programa de privatização, ou o benfeitor Lula e suas doações bilionárias de dinheiro a países em dificuldade, como se não precisássemos deste dinheiro por aqui?

4) Dilma, vc, Lula, e todos os demais dirigentes do PT, toda vez que são pegos, ou aliados de vcs são pegos, com a boca na botija - e olhe que não foram poucas - em casos de corrupção (Mensalão), prevaricação(Correios/Casa Civil), favorecimento ilícito(todo o aparelho do Estado, seus órgãos, empresas, agências, etc), têm sempre duas desculpas padrão: a) "Eu não sabia"; b) "Vocês do PSDB/DEM também fizeram isso!". Vocês não tem vergonha de usar sempre as mesmas desculpas esfarrapadas ou acham que seus eleitores são tão imbecis que não se apercebem desta artimanha?

5) Você não acha contraditório, hipócrita, mentiroso e desleal com o povo que lhe apóia, depois de tudo o fez na vida, e de tudo que já declarou (está aí, gravado, para quem quiser ver, na internet), vc agora se declarar radicalmente contra o aborto, ultrareligiosa e temente a Deus?

6) Vc era, sendo otimista, apenas a terceira opção de Lula para sua sucessão. Os preferidos, em certa altura, eram Palocci e Dirceu. Não fosse o escândalo do Mensalão, certamente jamais seria candidata a presidente, até pq, até hj, jamais foi candidata a nenhum cargo público em sua vida. Querer começar justamente com o maior deles me parece até muita pretensão de sua parte. Como espera que o povo brasileiro acredite que uma pessoa sem currículo como vc, e com suas pouquíssimas credenciais, que se limitam a ser a pura e simples escolha pessoal do presidente Lula, tenha competência para exercer a presidência? Ou não acha que vai precisar de competência, pois não vai passar mesmo de uma marionete, um títere nas mãos do presidente Lula?

7) Dilma, vc claramente não se sai muito bem falando em público. Vc não consegue formular suas idéias direito, não é clara em suas respostas, não concatena raciocínios, não conclui suas sentenças, é contraditória, mistura alhos com bugalhos em suas explicações, gagueja a todo o momento, é claudicante e insegura, fica extremamente agressiva quando questionada e frequentemente maltrata a língua portuguesa. Em suma, é uma verdadeira calamidade como debatedora e oradora. Além disso, é pública e notória sua maneira arrogante, autoritária, tirânica até, com que se relaciona com seus comandados, isto dito por eles próprios e por algumas pessoas próximas a vc. Vc não acha que equilíbrio emocional, boa capacidade de se expressar e saber comandar com diplomacia são características importantes, vitais até, a um presidente da república?

8) Dilma, Lula lhe conheceu, e lhe colocou, de maneira surpreendente até, no seu governo, em 2002. Ou seja, não faz tanto tempo assim. Vc é de 1947, já tinha 55 anos quando isto aconteceu. Antes disso, o que teria feito vc assim de tão relevante que a credencie a ocupar o cargo mais importante deste país?

9) Vamos falar um pouco de política externa. O mundo inteiro, a exceção de pouquíssimos países, entre eles nós, o Brasil, condena Ahmadinejad, seu ódio anti-semita e suas ambições nucleares. Da mesma forma, praticamente o planeta inteiro repudia, despreza, e até ridiculariza, o populismo antidemocrático de Chávez, Morales e outros bolivarianos, assim como a política criminosa e retrógrada da Cuba de Fidel. Vc, Lula, e o PT adoram tudo isso, e são amigos desta gente. Vcs são os únicos certos? O resto do mundo inteiro está equivocado em relação a estes senhores?

10) Como pode o PT, em especial o seu mentor, criador e patrão, Lula, pregarem a democracia, quando, na prática, sistematicamente, tentam manipular e calar a imprensa, querem "extirpar" - palavras de Lula - os opositores, e ridicularizam, desrespeitam e desautorizam leis, instituições, Poderes, sempre que não agem de acordo com seus interesses pessoais e partidários? É incoerência de discurso ou simplesmente mentira?

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Mais currículos de candidatos

Sempre compare antes de comprar:



segunda-feira, 29 de março de 2010

Buck em campanha

Texto copiado de e-mail que recebi de um amigo:

O post abaixo é uma primeira versão de uma biografia comparada entre José Serra(PSDB-SP) e Dilma Rousseff(PT-RS), para ser espalhada pelos quatro cantos do Brasil. Não há nenhuma mentira neste levantamento de dados e fatos sobre a vida pública dos dois oponentes. Os Blogs pela Democracia tem o papel de colocar a verdade para o eleitorado médio, aquele que está longe dos blogs políticos. Precisamos, além do nosso trabalho dentro do nosso ambiente, transformar este tipo de post em e-mail, em corrente, em material para orkut, em informação para as redes sociais. Este é o nosso trabalho. Aprimorem esta comparação. Criem a sua própria. Levantem novos dados. O importante é confrontar os dois candidatos. Quando a campanha começar, boa parte do Brasil já vai estar conhecendo José Serra e Dilma Rousseff. Com capacidade de julgar e escolher o que é melhor para o Brasil.

Aí vai, etapa por etapa, a vida dos dois: José Serra tem 68 anos, é paulista, filho de imigrantes italianos, o pai vendedor de frutas no Mercado Público, foi criado em uma pequena casa quarto e sala, geminada com outras 24, em São Paulo.
Dilma Rousseff tem 62 anos, é mineira, filha de um imigrante húngaro, rico empreiteiro e dono de construtora, proprietário de dezenas de imóveis em Belo Horizonte, foi criada em um grande e espaçoso apartamento em Belo Horizonte.

Somente quando chegou ao Científico, a família Serra mudou-se para um apartamento de dois quartos, alugado. Antes disso, moraram em uma pequena casa em rua de chão batido.
Imóvel não era problema para a rica família Rousseff, que passava férias no Rio. Um dos espaçosos apartamentos foi cedido para Dilma utilizar, exclusivamente, como esconderijo seguro para os grupos terroristas dos quais participava, de onde saíam para praticar atentados, roubar e seqüestrar.

No início dos anos sessenta, vinculado à política estudantil, Serra foi presidente da União Estadual de Estudantes, de São Paulo, e da União Nacional dos Estudantes, com apoio da Juventude Católica. Democrata, sempre usou o palanque e a tribuna como armas, jamais integrando grupos terroristas e revolucionários manipulados pelo comunismo internacional. Dilma, por sua vez, neste mesmo período, fazia política estudantil nas escolas mais burguesas de Belo Horizonte. Em 1963, ingressou no curso clássico e passou a comandar uma célula política em uma das mais tradicionais escolas da cidade, onde conheceu futuros companheiros de guerrilha, como o atual prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel.

Em 1964, Serra exilou-se na Bolívia e, posteriormente, na França, retornando ao Brasil em 1965, na clandestinidade. Ainda neste ano, foi para o Chile, onde ficou durante oito anos. Com a queda de Allende, foi para a Itália e, posteriormente, para os Estados Unidos. Teve uma vida extremamente produtiva no exílio, onde adquiriu sólida formação acadêmica, foi professor e consultor.
Em 1964, Dilma começou a conviver com terroristas de esquerda, iniciando a sua carreira como militante na luta armada. Neste período ingressou na POLOP, Política Operária, onde militou até ingressar na universidade.

Em 1967, Serra casou-se com a psicóloga e bailarina Sílvia Mônica Allende, com quem tem dois filhos e dois netos e continua até hoje casado.
Dilma também casou-se em 1967, com o terrorista e guerrilheiro Cláudio Galeno de Magalhães Linhares ("Aurelio", "Lobato"). Quando o primeiro marido a deixou, para ir cumprir missões em outros países, sequestrando um avião no Uruguai, por exemplo, teve um segundo casamento com Carlos Franklin Araújo, com quem teve uma filha. Desde 2000, não está casada.

Serra interrompeu a sua formação acadêmica em função do exílio, que impediu que seguisse a carreira de Engenheiro. No entanto, no Chile, fez um mestrado em Economia e foi professor de matemática na CEPAL. Posteriormente, nos Estados Unidos, fez mais um mestrado e um doutorado na prestigiada Universidade de Cornell.Tem uma das mais sólidas formações na área no Brasil.
Dilma ingressou em 1967 na faculdade de Ciências Econômicas da UFMG. Ali participou da criação do sanguinário grupo COLINA, Comando de Libertação Nacional. Posteriormente, participou ativamente da fusão entre a COLINA e a VPR, Vanguarda Popular Revolucionária, quando surgiu a violenta VAR-P, Vanguarda Armada Revolucionária Palmares, responsável por dezenas de crimes contra civis e militares.

Serra permaneceu 10 anos longe do Brasil. Retornou em 1977, dois anos antes da Lei da Anistia, sendo um dos únicos que voltou sem nenhuma garantia de liberdade e ainda com os direitos políticos cassados.
Enquanto isso, Dilma estava na clandestinidade, participando de ações armadas, recebendo treinamento para guerrilha no exterior, ministrado por organizações comunistas internacionais. Aprendeu a usar o fuzil com maestria, especialmente na atividade de montá-lo e desmontá-lo no escuro. Foi presa em 1970, permanecendo nesta condição até 1973.

Em 1978, Serra iniciou a sua carreira política, que este ano completa 32 anos. Neste ano, teve sua candidatura a deputado impugnada, sob a alegação de que ainda estava com os direitos políticos suspensos. Foi admitido como professor de Economia na UNICAMP, onde ficou até 1984.
Em 1973, Dilma Rousseff retomou o curso de Economia na UFRGS, no Rio Grande do Sul, onde estava preso seu segundo marido, Carlos Araújo. Ingressou, junto com o marido, no PDT e recebeu um cargo de estagiária na Fundação de Economia e Estatística, em 1977. Em 1978, Dilma Rousseff começou a fazer o mestrado na UNICAMP e, depois, o doutorado. Durante anos, mentiu em seu currículo que tinha concluído os dois cursos quando, na verdade, mal cursou os créditos, que representa quando muito 10% de um título acadêmico strictu sensu.

Em 1983, Serra iniciou, efetivamente, a sua carreira como gestor, assumindo a Secretária de Planejamento do Estado de São Paulo. Em 1985, Dilma assumiu a Secretaria Municipal da Fazenda, em Porto Alegre, no governo do pedetista Alceu Collares, com quem tem uma dívida de gratidão. Hoje Collares é conselheiro de Itaipu. Em 1986, Serra foi eleito deputado constituinte, com a maior votação do estado de São Paulo. Foi o deputado que aprovou mais emendas no processo da Constituinte: apresentou 208 e aprovou 130, uma delas criando o Fundo de Amparo ao Trabalhador. Liderou toda a reformulação orçamentária e de planejamento do país, no período, que começaram a estruturar as finanças brasileiras, preparando-as para o futuro Plano Real.
Dilma saiu da Secretaria da Fazenda de Porto Alegre em 1988, sendo substituída pelo hoje blogueiro Políbio Braga, que afirma: "ela não deixou sequer um relatório, e a secretaria era um caos."

Serra foi um dos fundadores do PSDB, em 1988. Foi derrotado por Luiz Erundina, do PT, nas eleições para prefeito de São Paulo. Em 1990, foi reeleito deputado federal com a maior votação em São Paulo.
Em 1989, Dilma foi nomeada Diretora-Geral da Câmara de Vereadores de Porto Alegre, na cota do marido no PDT. Alguns meses depois foi demitida, pois não obedecia horários e faltava a todas as reuniões, segundo Valdir Fraga, o presidente da Casa, à época.

Em 1994, Serra foi um dos grandes apoiadores do Plano Real, mesmo com idéias próprias que o indispuseram, por exemplo, com Ciro Gomes. Neste ano, foi eleito senador por São Paulo, com mais de seis milhões de votos. Em seguida, assumiu o Ministério do Planejamento.
Em 1995, Dilma voltou para a FEE, mas como funcionária, já que o PDT havia perdido a eleição. Ali editou uma revista de indicadores econômicos, enquanto tentava acertar o seu "doutorado" na UNICAMP.

Em 1998, José Serra assumiu o Ministério da Saúde, criando os genéricos e o Programa de Combate a AIDS. Criou a ANS e ANVISA. Foi considerado, internacionalmente, como uma referência mundial em gestão na área.
Em 1998, na cota do PDT, assume a Secretaria de Minas e Energia, no governo petista de Olívio Dutra, eleito governador gaúcho. Vendo que o partido de Brizola estava decadente, ingressou no PT.

Em 2002, Serra candidatou-se à Presidência, sendo derrotado por Luiz Inácio Lula da Silva.
Em 2002, Dilma foi nomeada ministra das Minas e Energia do governo Lula, puxando o tapete de Luiz Pinguelli Rosa, mestre em engenharia nuclear e doutor em física, que coordenava o grupo de transição.

Em 2004, Serra elegeu-se Prefeito de São Paulo.
Em junho de 2005, Dilma assumiu o lugar de José Dirceu, o chefe da sofisticada organização criminosa do mensalão, sendo saudada por ele como "companheira de armas e de lutas", em memória aos tempos da guerrilha.

Em 2006, Serra elegeu-se Governador de São Paulo, cargo que exerce até os dias de hoje. É o candidato natural da oposição à Presidência da República.
No dia 20 de fevereiro de 2010, Dilma foi ungida, sem nunca ter conquistado um só cargo público pelo voto ou por concurso, a candidata da situação à sucessão de Lula.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Buck vai à guerra

2010 nem começou ainda. Mas como o PT já encontra-se em franca campanha eleitoral, vou entrar logo nessa briga. Que o Serra me desculpe, mas vou aqui assumir o óbvio, ou seja, sua candidatura, ainda que não tenha sido oficialmente confirmada.

Conforme prometi aqui mesmo neste blog, vou espancar incessantemente a candidatura Dilma, sem qualquer preocupação de ser elegante ou ético. Já que nossa oposição tem um fair play londrino, me proponho aqui a fazer o trabalho sujo. Não vou mentir: mas qualquer informação, vinda de que fonte for, que possa minar a candidatura desta senhora, será divulgada aqui, sem que eu me preocupe com a veracidade dela. Se eu descobrir depois que era falsa, juro que me retrato.

Dito isto, comecemos com esta:

Do site Congresso em Foco:
FHC investiu R$ 22 bilhões a mais que Lula, mostra estudo
Um levantamento feito pela ONG Contas Abertas, que acompanha os gastos públicos da União, mostra que o governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB) gastou mais com investimentos do que a administração de Lula (PT), ao menos nos sete primeiros anos de cada mandato, considerando-se os valores atualizados monetariamente. Uma das estratégias da campanha eleitoral do PT para a presidência em 2010 será comparar as gestões de tucanos e petistas. Nos sete primeiros anos da era FHC, foram gastos R$ 149,9 bilhões em investimentos. Na gestão Lula, foram R$ 127,1 bilhões. A diferença é de R$ 22,8 bilhões a favor do tucano. Os dados foram atualizados monetariamente pelo IGP-DI, da Fundação Getúlio Vargas.

Esta é uma baita duma informação, não acham? Alguém por aí viu nossa briosa oposição fazer algum tipo de alarde deste fato? Eu não vi. Alguma dúvida que se os números deste estudo favorecessem o governo molusco os petistas já estariam dando mil declarações para todo e qualquer tipo de veículo de mídia repetindo como matracas o principal bordão do chefe da quadrilha, "Nuncaantesnahistoriadestepaiz..."

Cadê o PAC, senhor presidente, senhora ministra-candidata? Segundo o O Globo de hoje, esta mesma ONG Contas Abertas fez um levantamento das obras deste fantástico e mirabolante Programa de Aceleração do Crescimento. Apenas 10% estão prontas. 62% nem saíram do papel ainda. São, portanto, obras de ficção, pelo menos por enquanto. Para quem não lembra, o PAC foi lançado, com toda pompa e circunstância, em janeiro de 2007.

Já estou sentindo o gosto de sangue na minha boca. E isso é apenas o começo.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Tá ruim mas tá bom

Aprovação do governo Lula sobe 4 pontos e vai a 68%, aponta CNI/Ibope
Pesquisa aponta que Serra teria 38% dos votos em 2010; Dilma, 18%

Leitura Buck sobre esta pesquisa: agora, tamofudido; mas há luz no fim do túnel.